28 de março de 2015

Februário.


  E daí que março está quase no fim? Eu voltei. Como vocês ficaram esse mês? Tive as primeiras provas, cada vez mais próximo do fim do colégio... isso é assustador, falando sério. Esses últimos dias foram bem esquisitos na minha cabeça, provavelmente tem algo a ver com eu estar doente. Enfim, vamos logo falar do que eu vi em fevereiro; pega o chocolate quente e vem.

Eu nunca tinha visto esse filme, tô nem aí se me julgarem haha Os cenários são aquela coisa linda de se olhar, em contraste com a pobre animação dos personagens. Não vou falar da história, porque isso o planeta inteiro já conhece. Infelizmente, os personagens são bem unidimensionais: Cindy é sempre boa, a madrasta é sempre má... e isso é meio chato pra mim. E eu coloquei a nota errada na imagem, foi só uma estrela, mas fiquei com preguiça de refazer. Só.


Esse aqui queria ver desde o lançamento, mas só consegui em pleno carnaval. Ele retrata alguns pontos - não como uma biografia - da vida de uma irmã brasileira bem famosa, Dulce. O filme além de uma fotografia linda, mostra de uma forma bem legal os perrengues que ela passa por sempre querer ajudar todo mundo que precisa, indo até contra o convento muitas vezes. A sua capacidade na hora de lidar com as mais diversas situações é bem inspiradora e o filme acertou em cheio numa cena bem perigosa: Dulce entra num terreiro e é totalmente respeitada pela Mãe-de-Santo, o sincretismo foi de aplaudir de pé.

 Rever filmes de comédia sempre me deixam feliz instantaneamente. Não consigo ficar muito tempo sem rir assistindo Paulo Gustavo aqui, simplesmente não dá. Dona Hermínia é uma personagem feminina bem forte, eu poderia ficar horas com os olhos grudados nela. No filme, ela vai passar um tempo com sua tia depois de ficar de coração partido em saber que é meio que o capeta pros seus dois filhos. A partir daí, ela vai relembrando histórias que passou com os dois (e o ex-marido), assim como eles fazem o mesmo, em casa, culpados esperando a volta da mãe. Quero a continuação pra ontem. 

Filmes nacionais ficaram no meu pé esse mês, hein? Tentei assistir esse ano passado, mas simplesmente me entediei. Nova tentativa: não é tão ruim. Aqui temos Fábio Porchat e Miá Mello (que eu amava como a Teena naquele Legendários), recém-casados, indo pra lua de mel em um cruzeiro com destino à Paris. No cruzeiro, porém, uma dupla de tripulantes vê no casal a chance de conseguir fazer um extra. E pra completar, Miá encontra seu ex, agora um empresário bem-sucedido e Fábio a esposa dele, que foi sua paixão dos tempos de escola. Tá armada a confusão. O Porchat mais uma vez atua como atua em tudo que ele faz, isso já cansou faz tempo, nenhuma inovação e que deixa o filme entediante várias vezes. O roteiro também não é tuuudo isso, então é um daqueles filmes de se ver uma vez e acabou.

Talvez a maior conquista do mês. Conheci ambos - livro e filme - ano passado e só esperava uma oportunidade pra poder assistir e: ótemo. Confesso que não me liguei nos atores quando soube do filme então sim, levei um susto quando vi a Shailene Woodley. Ela está simplesmente brilhante aqui. E o Miles Teller, cara... nem tenho palavras, juro pra vocês. Miles interpreta um cara que só quer farrear e pegar, típico adolescente dos filmes americanos, que quando foi rejeitado, ficou porre e acordou no gramado da Shai, uma garota introvertida fã de sci-fi. Aí já viu, amizade improvável que evolui pruma relationship linda. Junte a isso o pai problemático do Miles e mais um bocado de cenas - como essa aí de cima - dignas de gif do Tumblr e pronto, tá aí um filme que vale a pena.

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